Desenvolver potenciais, adaptar, compensar e até reverter dificuldades. Não é novidade que atletas fazem isso, e disso sua rotina, as vezes sua vida, mas não seria esse um modelo para todos?

Acabamos de presenciar um grupo de pessoas acima da média, seja em capacidades físicas, habilidades motoras ou na bem-vinda combinação de ambos. Atletas olímpicos são só isso? Nascem assim? Não, é a resposta. Pessoas chegam nesse patamar com muito esforço e sacrifício.

E o que dizer das pessoas que ainda têm que enfrentar alguma limitação física ou sensorial? Começamos agora a presenciar mais uma vez uma Olimpíada ainda mais espetacular. Na maioria dos casos, os atletas são pessoas que começaram buscando na atividade física uma forma de melhorar a qualidade de suas vidas, diminuir alguma desvantagem, provar algo ou apenas pelo prazer.

Sabemos do apoio que existe em outras nações, mas em um país como o nosso, onde a necessidade de adaptações para o dia a dia já é um grande obstáculo, como não valorizar nossos representantes?

Melhor e mais importante: como não trazer esses exemplos para a nossa vida?

Os feitos presenciados antes e ainda mais agora parecem algo muito distante da nossa realidade, mas as Paralimpíadas (prefiro com “o”, gostaria mesmo que o evento fosse único, mas isso já mereceria um outro texto…), de várias formas, podem nos motivar a buscar melhoras.  A vida pode nos trazer muitos prêmios, e esses nem sempre cabem em cores de medalhas.

Dificuldades e obstáculos, será que os seus são tão grandes assim?

Sérgio Luís dos Santos

 Profissional de Educação Física

– Licenciatura Plena pela USP

– Pós-Graduação: Pedagogia do Movimento pela UNICAMP

– Especialização em Personalização do Treinamento pela FMU

 

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